quinta-feira, maio 17, 2007

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Pranto. Chuva que cai, lá fora dentro, molha e cura, abranda, enxagua.
Dor. Cacos dispersos despojados vazios num tecto angustiado. Num amparo sombrio o medo.
Perder. Deixar de ter assim, daquele jeito, inspirado aflorado intenso inesgotável. Sem condição.
Ter. Ousar, libertar pelo pertencer, confiar, querer, ser, a mulher, mais mulher. Conceder, dar como dádiva.
Meu amor. Fado tecido por pincéis alvos, verdades clareiras nos itinerários que personificam o meu inteirar-me de mim.