quarta-feira, outubro 12, 2005

Doze dozes

Vieste para me amar por mim a dentro translúcida
E galgar os cabos bojadores nas brumas da alma-concha.
É pelas dúzias sobre dúzias de mil instantes
Absolutos, plenos, cristalinos
Que (te) esperei pelos tempos
Reconhecer (-te).