terça-feira, dezembro 18, 2007

...

Gosto que me acordes mesmo eu dentro do sono, só para sentir que chegou o instante tão melódico de te chegares a mim, eu moleza desprendida e desacordada.
Adoro essa moleza estendida em braços de palavras, manuscritos de um superego profundamente adormecido.
E tu. gostas da liberdade imensa soltura doce e espontânea que te envolve e nos recolhe.