Vidas de Des(Amor)
O amor nunca mais chega!
Para mim não resulta.
Imagino, farejo, milagres de amor que não me vêem...
Sou servo, explorado, estagnante.
Talvez tranquilidade desassossegada!
Duvido, recuso, ausento-me.
O amor fica-me justo, faz-me não caber em mim.
Carrego-o aos quilos
E volto maior.
Não. Cansei-me caída, trocada, deixada, remexida.
Só feridas sem crosta.
Âncoras que prendem desejos, entregues silêncios calados.
Quereres e deveres, lágrimas de chão e cortinas hieróglifas.
Melhor não buscar perceber!
Apenas pressentir, desdobrar, cultivar...
Para mim não resulta.
Imagino, farejo, milagres de amor que não me vêem...
Sou servo, explorado, estagnante.
Talvez tranquilidade desassossegada!
Duvido, recuso, ausento-me.
O amor fica-me justo, faz-me não caber em mim.
Carrego-o aos quilos
E volto maior.
Não. Cansei-me caída, trocada, deixada, remexida.
Só feridas sem crosta.
Âncoras que prendem desejos, entregues silêncios calados.
Quereres e deveres, lágrimas de chão e cortinas hieróglifas.
Melhor não buscar perceber!
Apenas pressentir, desdobrar, cultivar...
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